Desenhado em Portugal. Construído para espaço aéreo contestado.
A Post77 é uma empresa de drones autónomos. Desenvolvemos e produzimos o Aethon — plataforma VTOL de ISR e ataque, com arquitetura aberta — no Oeiras Tech Valley, nos arredores de Lisboa. Feita para operadores que não podem aceitar dependência de fornecedor nem tolerar inatividade.
PRINCÍPIOS DE TERRENO
Construímos para a equipa no terreno.
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Arquitetura aberta
O P77 Aegis está documentado até à API do autopiloto. Sem dependência de fornecedor. Os integradores estendem — não impomos tecto.
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Endurecido no terreno, não em laboratório
Qualificamos contra pó, sal, interferência eletrónica e GPS contestado. A simulação é necessária, não suficiente.
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Autonomia sem teatro
O Aegis é a pilha de IA para quando a ligação cai. Termina a missão com a computação a bordo — não a do datacenter.
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Alinhado à exportação por predefinição
Qualificamos para uso dual UE e alinhamos com requisitos ITAR desde a primeira análise. As alocações estão ordenadas; a documentação pronta.
MANIFESTO DE TERRENO
Um drone melhor é um drone soberano.
A última década de aquisição de pequenos UAS foi uma corrida ao airframe estrangeiro mais barato com a pilha mais opaca. Os operadores pagaram em horas de inatividade, atualizações forçadas e risco de missão que não autorizaram.
A Post77 parte de outro axioma: se a plataforma vai operar em espaço aéreo contestado, o operador precisa de possuir a plataforma. Não de a marcar. De a possuir. Isso significa interfaces abertas, autopiloto documentado, cadeia de fornecimento verificável — e produção que controlamos, num país onde podemos ser responsabilizados.
O Aethon é a primeira expressão dessa ideia. O Aegis é o cérebro. Ambos foram construídos para serem estendidos, auditados e substituídos — não fechados.
PRÓXIMO PASSO
Solicite uma apresentação da plataforma.
Decks formais são partilhados sob NDA. Pedidos de alocação plurianual têm prioridade.